Quase toda empresa pequena começa controlando tudo em planilha, e por um bom tempo isso funciona. O problema aparece depois: duas pessoas editam o mesmo arquivo, alguém salva por cima do trabalho do outro, ninguém sabe qual versão é a boa e a fórmula que só o dono entende quebra na hora errada. A planilha deixou de ser controle e virou risco.
A saída mais comum é comprar um sistema pronto. Ele resolve parte do problema e cria outro: como foi feito para o mercado inteiro, você paga por dezenas de telas que nunca vai abrir e continua fazendo gambiarra justamente na parte que é específica do seu negócio.
O mesmo raciocínio vale para quem tem uma ideia de produto. O impulso é construir tudo de uma vez, e aí seis meses depois existe um software caro que ninguém sabe se alguém quer. O caminho mais barato é o contrário: colocar no ar a menor versão que já dá para usar e deixar o uso real dizer o que construir em seguida.
Escopo fechado, sempre
O que entra na primeira versão fica definido por escrito, com prazo e preço, antes de escrevermos a primeira linha. Projeto que começa sem escopo é projeto que não termina.
Pequeno no ar vale mais
Um sistema simples funcionando em cinco semanas resolve mais que um sistema completo em construção há seis meses. O que a rotina mostrar é o que guia as próximas etapas.
O que é seu, é seu
Sistema, código e dados ficam no nome da sua empresa, do mesmo jeito que registramos o domínio dos sites no nome do cliente. Você não fica refém de ninguém.